TRADIÇÃO



Percebe-se que o imóvel além de preservar suas características históricas, preserva o altar com a imagem e a devoção, também um grande

acervo de objetos, fotos, manuscritos que fazem parte da cultura local, tornando-o de enorme valia a conservação do patrimônio como bem

tangível e intangível. Observou-se também uma antiga tradição, que a Casa do Divino foi passando

de geração para geração, atualmente, na

sua quarta geração. Segundo Azzi (1978 p-25), o oratório nas casas constituía uma expressão bastante

singela da devoção popular e

tradicional no Brasil, remontando aos primeiros tempos da época colonial.

Localização


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Produtos

Bandeiras Do Divino
BANDEIRAS DO DIVINO ESPIRITO SANTO - Artigos ReligiososBANDEIRAS DO DIVINO ESPIRITO SANTO - Artigos Religiosos

CONFECCIONAMOS BANDEIRAS EM LOUVOR AO DIVINO ESPIRITO SANTO(CASA DO DIVINO- PONTA GROSSA-PR). AS BANDEIRAS SÃO CONFECCIONADAS EM TECIDO DE ALTA QUALIDADE E COM FRANJAS DOURADAS, MUITO BONITA,VENDEMOS A UNIDADE A R$ 50,00 (CINQUENTA REAIS). ATENDEMOS A TODAS AS PARÓQUIAS DO PAÍS. AOS REAIS INTERESSADOS ENVIAMOS FOTOS VIA E-MAIL E VENDEMOS VIA TELEFONE (42)8804-4385 - (42) 3025-2667.

A "CASA DO DIVINO" É UMA CASA DE CONSTRUÇÃO RÚSTICA NOS MODELOS DE CASA DE FAZENDA , FOI CONSTRUÍDA NO ANO DE 1.840, ABRIGA UMA CAPELA PÚBLICA CATÓLICA EM LOUVOR AO DIVINO ESPIRITO SANTO, FOI FUNDADA EM 22 DE OUTUBRO DE 1.882 E DESDE ESTA DATA ESTÁ ABERTA AOS DEVOTOS DO DIVINO AO AO PÚBLICO EM GERAL, ESTAMOS NA QUARTA GERAÇÃO DA FAMÍLIA QUE CUIDA DA CASA E DAS ATIVIDADES RELIGIOSAS QUE NELA EXISTE.

AOS INTERESSADOS ENVIAMOS A HISTÓRIA COMPLETA DA CASA DO DIVINO, A QUAL JÁ ESTÁ INSERIDA NO ROTEIRO TURISTICO RELIGIOSO DO ESTADO DO PARANÁ.


Contato

  • A CASA DO DIVINO ESTÁ LOCALIZADA NA RUA SANTOS DUMONT – 524 - DUAS QUADRAS ABAIXO DA CATEDRAL
  • TELEFONE- (42)3025-2667
  • ABERTO AO PÚBLICO DE SEGUNDA À SEXTA DAS 10.00HS ÀS 17.00HS
  • SÁBADO DAS 10.00 HS. ÁS 13.00HS.

História Casa do Divino




Em Ponta Grossa, no século XIX, era comum a existência de pequenos oratórios, altares e capelas nas casas das famílias, destinados à devoção de um santo. Uma delas era a devoção ao Divino Espírito Santo, parte do conjunto de manifestações religiosas populares e presente no Brasil desde o século XVI. Em 1882 Maria Júlia Xavier, que ficaria conhecida como "Nhá Maria do Divino", encontrou uma litografia com a imagem do Espírito santo nas proximidades da Fazenda Carambeí, no caminho para a cidade de Castro (Pr.). Contava-se que "Nhá Maria" sofria das faculdades mentais e teria ficado curada após encontrar a referida imagem. A notícia da cura logo se espalhou e a imagem foi trazida para a casa da rua santos Dumont, onde até hoje se encontra. Maria Júlia pretendia construir uma capela, mas os contos de réis que guardava para a obra foram roubados. Ao falecer, a casa da rua Santos Dumont foi herdada por seu sobrinho Luiz Joaquim Ribeiro, casado com Zeferina Ribeiro. Esta passou a tomar conta da imagem e, em 1917, abriu a capela para visitação pública. Com a morte de Luiz Joaquim Ribeiro, Zeferina esposa Roldão Chaves. Uma das filhas desse casamento, Edi Chaves, deu continuidade ao trabalho de sua mãe, a partir de 1957. Com o passar do tempo, a sala do Divino foi recebendo doações de quadros, imagens de santos e estandartes representativos do Divino. Os fiéis trazem os mais variados tipos de ex-votos que representam a graça alcançada ou pretendida: fitas, fotos, imagens, fios de cabelo, objetos de cera, velas, cartas etc. Os freqüentadores pertencem a todas as classes sociais e o movimento é constante, oscilando entre 10 e 50 visitas diárias. O dia de maior movimento é, sem dúvida, o dia de Pentecostes. Embora a sala do Divino seja um local de devoção da fé católica, não está vinculada à Igreja oficial. Não promove festejos específicos, como acontece em outras regiões do país, limitando-se a acompanhar as procissões realizadas pela Igreja matriz. A sala do Divino continua sob os cuidados de mulheres da mesma família que, de forma espontânea, se comprometem a dar continuidade a essa devoção.

FESTA DO DIVINO


Em data móvel

A Festa do Divino é uma representação popular de um cortejo monárquico que inclui representantes do povo, coroados como Imperador e Imperatriz, sem esquecer, naturalmente, os demais componentes da corte, onde o Espírito Santo é louvado.
O Império do Divino foi instituído pelos padres franciscanos por volta de 1200, em Alenquer, Portugal; mais tarde chegou ao Açores, onde o Divino era cultuado para defender a região dos terremotos, maremotos e vulcões. A ele foram atribuídos vários milagres. A festa acabou sendo aceita pela igreja, como culto sacro-profano e de cultura popular. Foi, provavelmente, trazida ao Brasil no século XVIII pelos açorianos. No sul, mistura suas tradições com a cultura caiçara, enriquecendo o folclore local.
Já na ritualística da igreja católica é tida como uma homenagem que marca a presença do Espírito Santo junto aos apóstolos, 50 dias após a ressurreição de Jesus. É conhecida como a Festa de Pentecostes e acontece em data variável, conforme o ano litúrgico.

Fotos